Primeira pergunta que não quer calar: No Rio de Janeiro, qual? Porque aquilo que cobre a rua é uma colcha de retalhos de quinta categoria…

O que venho relatar aqui são na verdade os meus medos no asfalto… durante os prazerosos momentos que dirijo, os medinhos e medões que sinto, afinal, até os ases do asfalto tem medo… e no meu caso são:

  1. dormir na direção – sabe como é, fico entediada fácil demais e então bate o sono;
  2. ter que espirrar… afinal, fecho os olhos e nesse nano segundo, puft;
  3. ter coceira no olho… tive hoje – entrei em panico… não consigo coçar os olhos em movimento e nem podia parar na via, não tinha acostamento;
  4. ter coceira no olho e entrar um cílio nele… ai ferrou, aciona logo o seguro porque bati.

Ai, você deve estar se imaginando, que bobeira, amadora, não sabe dirigir…

Mas quer saber, já tive medo de blitz – quando não tinha carteira – não bebo quando dirijo – medo de gente barbeira… medo de assalto…. mas essas coisas então fora do meu limite de alcance… fora do meu corpo, portanto não posso teme-las só por teme-las… assim vou levando e torcendo para não ter uma crise de espirros, coceira nos olhos e um cílio.

Começar com um putz é engraçado, apenas para não ser trágico, mas como a vida em si é uma tragicomédia, seguiremos em frente sempre e avante…

E no paraíso tinha uma cobra para tentar Eva… nem para isso a história serve; para ensinar que devemos assumir a culpa sozinhos e não despeja-la em terceiro… mas a verdade é que esse post está indo para o caminho errado – hah, e a Eva não é a minha, e a do Adão.

Mas a verdade é que todo parai-o que se digne a esse nome estremesse de vez em quando, e assim, ao passo da seleção naturo-artificial dos casamentos – afinal tem silicone e preenchimento e outras coisitas mais…

Deve ser a saudade do maridão e da filhote que enfia caraminholas na minha mente pouco evoluída, mas uma coisa eu  – que ainda não sei o que vou ser quando crescer – não quero ser, terapeuta de casais.

Quer saber, nem sei porque escrevi isso.

Ok Ok, estou em Itajaí a 4 dias e ainda tenho tanto o que fazer – quero dizer, que quero fazer… falta comer mais uns quilos de camarão e alguns mexilhões… E ainda fiz coisas que não estavam nos planos, como ser picada por uma abelha, safadinha que entrou debaixo do meu vestido e apesar de toda delicadeza para retirá-la fui ferroada… bem, tenho um vermelhão enorme na coxa direita, fazer o que? São férias.

Voar é sempre divertido, experimentar coisas novas … as  vezes… mas foi legal voar pela Azul… Com diferenças enormes em relação a outras companhias mas nenhuma delas é realmente negativa, acho que me basta acostumar… o tamanho do avião, internamente falando, a disposição das poltronas de duas em duas, sem fileira do meio – como diz a propaganda – dá ao voo uma cara de ônibus… mas quando o ouvido começa a apertar e as costas grudam no encosto, lembramos rapidamente que é um avião.

Pessoalmente adorei a telinha de LCD no encosto, com alguns  – poucos – canais de TV a cabo – afinal não trouxe nenhum livro ou revista para bordo… e os poucos canais te obriga a não ficar zapeando o curto voo entre Rio de Janeiro e Campinas… pois é, a conexão acontece em Campinas e não em Congonhas, no miolo de Sampa… bem, ainda tenho duas horas para ficar mofando aqui sentadinha… o aeroporto suporta wi-fi mas não tenho provedor de conexão, portanto resolvi escrever essas minhas primeiras observações…

Ah, preciso ir ao toalete… e vou dar  – pelo que parece – micro voltinha no aeroporto para conhecer a área.

Por mais que ele não vá ler, é possível que a mãe dele leia e ria com um comentário fofo e certeiro que ele fez sobre um assunto muito delicado para nós dois, cookies.

Somos loucos por cookies e ele me vem com uma perfeita, que realmente tem toda razão…

Uma marca conceituada em cookies – brasileiros – mudou o sabor dos seus biscoitos… não eram exatamente magníficos eram gostosinhos e dava para matar a vontade sem ter que gastar algumas horas em frente a batedeira e ao forno… porque eu tenho uma receita maravilhoosa…. pouco trabalhosa, mas no calor de Rio de quente Janeiro fica difícil cozinhar…

Mas voltemos ao sabor do cookie industrializado, não é que o menino tem toda razão, eles mudaram o sabor e depois de alguns minutos de análise chegamos a única conclusão plausível…

E o veredito é: a empresa colocou em sua embalagem a seguinte legenda – 0% gordura trans – pronto…  tiraram a gordura trans, arruinaram um bom biscoito.

E fizeram a época das reprises…

Até hoje não tinha entendido o esquema de temporadas dos seriados americanos, britânicos etc… mas foi por pura má vontade, de uma forma bem brasileira de pensar, onde as novelas fazem papel de sitecom… até aquela Malhação que deveria prestar esse favor, virou uma espécie de Dallas ou outra coisa parecida… interminável… e vai explicar isso para a minha avó que não entende porque essa novela não acaba, se todas acabam?

Bem, mas vejamos os seriados… semanal, uma hora no máximo, uns 14, 15, 20, 24 episódios, pausa para a reprise… e depois começa tudo de novo…

Um lugar onde esse esquema pegou foi no comércio… calma leitor… eu não estou sob efeito de drogas… mas pensem junto comigo… mas para isso reduzam suas rotações cerebrais e coloquem-se em situação de férias – sem dinheiro para gastar – sem TV a cabo – assistindo rede globo:

Acabamos de passar pelo Natal – compras de presentes, Ano Novo – compra de champanhe, roupas brancas, entramos em época de Carnaval – fantasias, samba enredo, globeleza, depois vem a Páscoa – ovos, coelhos, chocolate, Dia das Mães – joias, chocolates, carros, Dia dos Namorados – joias, chocolates, Dia dos Pais – carros, camisas, cerveja, churrasco, Dia das Crianças – brinquedos, e voltamos ao Natal…

E tudo vai sendo regrado assim, os assuntos de propaganda, as promoções de shopping, as cobranças dos pais, mães, crianças, namorados… em um esquema de temporadas… com reprise todo ano.

Sei que estou atrasada para publicar as minhas pretensões e resoluções de ano novo… mas pra falar a verdade dessa vez, esse ano resolvi fazer diferente…

Não terei resoluções para 2010 exceto a de fazer com que esse ano seja mais divertido, produtivo… e o resto será consequência.

Seja Bem Vindo 2010…

Não nasci para viver no calor, sou avessa a temperaturas elevadas.

Sei que tem gente que adora Sol, sal, suor.

No meu caso a tríplice aliança se resume em pressão baixa, tonteira e conta de luz nas alturas por causa do ar-condicionado.

Eu sou a maior farsa de todos os tempos…

Minto para eu mesma o tempo todo.

Acredito que estou emagrecendo (sem fazer dieta alguma), que fico bem num short que mostra minhas celulites, que entendo e aprovo o meu cabelo, que o biquíni que uso disfarça as minhas imperfeições.

Ha,ha ha, ha, além de outras faltas de verdade, como fingir que tenho dinheiro, que não como no Antiquarius porque não gosto da comida.

Sábado transpassado, depois da praia e do banho em casa, bateu o tédio e a solução foi passear no shopping, desses que a gente nunca vai e que tem preconceitos por serem direcionados as classes B e C (não sei o porque do preconceito, já que eu estou enquadrada em uma delas) e as coisas engraçadas acontecem, por exemplo, entrar numa concessionária de carros importados e perguntar quanto custa!!! E o melhor, a vendedora te tratar bem, quase acreditando que você – nesse caso eu – dura como pedra, vá comprar um carrão daqueles.

  • aspirador de pó – poderoso
  • climatizador
  • cafeteria
  • calça jeans
  • impressora multifuncional com wi-fi
  • jogo de toalhas de banho
  • jogo de lençóis – solteiro e casal
  • jogos para Nintendo Wii
  • George Foreman grill
  • carro zero com ar e direção
  • viagem para um resort all-inclusive por uma semana